quarta-feira, 23 de setembro de 2009

As adaptações às mudanças contábeis

As adaptações às mudanças contábeis

Vivenciamos um momento de importantes mudanças na forma como as empresas devem interagir com o governo, entidades reguladoras, acionistas e mercado em geral. Apenas para citar alguns exemplos, podemos falar da adoção da nota fiscal eletrônica, do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) e da adaptação e implementação dos pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que mudam a forma pela qual a contabilidade das empresas é feita, adequando as demonstrações aos preceitos indicados na Lei nº 11.638, de 2007. No caso de empresas de capital aberto, cumpre lembrar que essas terão, ainda, de apresentar suas demonstrações contábeis de acordo com os padrões contábeis internacionais - IFRS.
Além dessas modificações, que serão definitivas, neste ano as empresas terão mais atribuições, como a opção pelo Regime Tributário Transitório (RTT ) e a apuração e a prestação do Imposto de Renda (IR) de acordo com esses novos preceitos. Muito provavelmente, esse foi um dos motivos para que o programa da DIPJ 2009 tenha sido divulgado pela Receita Federal somente em meados de agosto. Outrossim, conforme a Lei nº 11.941, a pessoa física ou jurídica que tem dívidas com a União poderá pedir, até 30 de novembro, parcelamento em condições especiais para pagar os impostos atrasados, de acordo com o novo programa de refinanciamento, que traz características diferenciadas e, muitas vezes, bastante oportunas, o que exige uma avaliação técnica minuciosa dos aspectos envolvidos antes de qualquer decisão.
A implantação do Sped fiscal, por exemplo, foi adiada de janeiro para maio e, depois, para setembro. Isso porque se alegou que as organizações não estavam preparadas para o novo sistema. As dúvidas são muitas. A principal é que grande parte das empresas acredita que o Sped nada mais é do que um sistema ligado à tecnologia da informação, bastando, tão somente, a instalação de alguns softwares para sua implantação. Mas ele traz embutido mudanças bem mais profundas e envolve novos processos; por exemplo, a partir deste mês, quando o Sped fiscal entrar em vigor, muitas das operações das empresas que anteriormente nunca foram divulgadas estarão à disposição do fisco. Por tal motivo, é necessário que o empresário tenha certeza da consistência dos dados. Sem um bom planejamento, treinamento da equipe e entendimento do que é, realmente, o Sped, as empresas continuarão a não se sentir preparadas para enviar esses dados. Portanto, é preciso adiantar-se às novas atribuições e preparar-se de forma satisfatória para tal fim.
A área de contabilidade das empresas já está sentindo mudanças e o aumento de serviços por causa da adaptação às regras trazidas pela Lei nº11.638 e pelos pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Para se ter uma ideia, até agora foram aprovados 26 pronunciamentos e mais 14 devem ser concluídos em breve, o que significa que os balanços exigirão muito mais cuidados, mais treinamento dos contadores e atenção quanto aos dados contábeis, assim como maior preparo dos analistas para interpretar o desempenho e projetar as informações financeiras das empresas. É interessante lembrar que muitos empresários creem que essas mudanças não afetarão seus negócios, que elas vão valer apenas para as empresas de grande porte ou para aquelas de capital aberto. Mas, na realidade, as alterações são aplicáveis para todas as empresas, de todos os tamanhos. Isso porque o padrão contábil do Brasil está mudando. Se as regras mudam, a contabilidade muda. Por isso, todas as empresas têm de seguir esses novos preceitos.
Para as empresas de capital aberto, as obrigações são ainda maiores. Há dois anos, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou que as companhias listadas na bolsa têm de publicar o balanço consolidado de 2010 - incluindo a comparação com os dados de 2009 - pelo IFRS. Agora, no segundo semestre, os empresários têm de se planejar e se preparar para implementar as mudanças. Se isso não for feito, eles terão uma série de contratempos. É importante que os executivos das companhias abertas definam um plano e se preparem para mudar processos internos de forma a gerar as informações necessárias ao IFRS. O volume de dados com obrigatoriedade a constar nos balanços será maior, exigirá mais trabalho e organização. Quem deixar tudo para o ano que vem terá trabalho em dobro. Logo o ideal é se preparar desde já. Só assim será possível ter certeza de que os dados divulgados estarão corretos.
Todas essas transformações vão demandar esforços e planejamentos. Sem isso, será praticamente impossível o empresário cumprir todas as suas obrigações dentro dos prazos previstos e apresentar os balanços de acordo com as novas regras.
André Viola Ferreira
André Viola Ferreira é graduado em Administração de Empresas e Ciências Contábeis, com pós-graduação em Administração de Negócios, sócio da Grant Thornton
Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações.

Risadas e bom humor no trabalho ajudam na performance, diz estudo

SÃO PAULO - Por muito tempo, rir e divertir-se estiveram relacionados apenas aos momentos de lazer e às relações pessoais, e não ao ambiente de trabalho. Afinal, negócios são sérios e a diversão pode distrair os funcionários, prejudicando suas performances.
Porém, esse conceito pode estar chegando ao final. Isso porque um estudo feito pela Universidade de Bocconi, em Milão, com 1.860 pessoas da Itália, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Estados Unidos, Rússia e Japão, mostrou que 98% usam o humor no trabalho e 99% o apreciam.
O levantamento também indicou que os trabalhadores se sentem mais motivados e com a moral alta, quando há humor no escritório.
Mas o humor é diferente em cada país e cultura. Enquanto na Itália e França os trabalhadores usam temas como sexo e religião, em locais como Estados Unidos e Alemanha esses assuntos são quase tabus.
Chefe de bom humor
Marco Sampietro, autor da pesquisa, ressalta também que o chefe que possui bom humor e consegue fazer seus funcionários rir consegue se fortalecer e exercer uma liderança mais eficaz na empresa.
"Mais especificamente, melhor do que simplesmente divertir os outros, o líder de sucesso permite e facilita o desenvolvimento de um ambiente para a expressão de humor, melhorando o clima no trabalho e reduzindo o estresse", afirmou o pesquisador em um artigo publicado pela universidade.
Além disso, o bom humor pode ser usado para resolver e diminuir conflitos no escritório. Uma mensagem passada com humor é menos ofensiva e direta, além de tirar a atenção do conflito e tornar possível enxergá-lo de uma maneira diferente.
Porém, isso não significa que tudo deve ser tratado com piadas e risadas. Como lembra Sampietro, o bom humor pode diminuir a percepção de riscos, e, quando a situação é realmente crítica, é melhor deixá-lo de lado.
Roberta de Matos Vilas Boas

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Tema: Globalização
Delimitação: Os impactos da Globalização na Economia
Situação problema: Quais os efeitos positivos e negativos de uma Economia globalizada?
Tese: Efeitos positivos: mercado maior, exportações, partilha de tecnologias...
Efeitos negativos: Desigualdades entre as empresas e econômica, vulnerabilidade...

O
s impactos da Globalização na Economia

“Globalização é o processo mundial de integração ou partilha de informações, de culturas e de mercados” (Dicionário Priberam 2009). Tais integrações geram muitas conseqüências que influenciam diretamente na economia de um país, com efeitos positivos e negativos.
A Globalização intensifica o comércio internacional, altera hábitos de consumo em todo o mundo, populariza marcas e produtos e aumenta o número de exportações de um país, o que é bom, pois o preço dos produtos no mercado internacional é geralmente maior que no nacional, o que aumenta o lucro dos empresários. Aumenta também o número de importações o que equilibra a economia nacional gerando mais concorrência entre empresas que disputam o consumidor final com preços melhores e com produtos de maior qualidade.
Através da Globalização também circula a partilha de informações e tecnologias, cada vez mais pessoas procuram qualificar-se em outros países, capital de conhecimento que gera melhores remunerações e contribuem pra o fluxo circular da renda.
Mas ao olharmos o outro lado da moeda vemos que a globalização também gera impactos negativos que chegam a se igualar aos positivos, como, as importações que além de benefícios desencadeiam uma concorrência desleal com grande parte das pequenas e médias empresas, que não têm condições de baixar custos e oferecer produtos mais baratos, acabam fechando e desempregando centenas de funcionários, aumentam também a desigualdade em relação ao padrão de vida das pessoas, por que há sim uma melhora de vida, mas ela não é uniforme e a grande parcela da população é mais humilde e é prejudicada.
Cito ainda a vulnerabilidade que a Globalização gera na economia, a exemplo a Crise econômica mundial que ocorreu no final de 2008 inicio de 2009. Economias estão todas interligadas, países com diversos investimentos em outros e quando um quebra (como foi o caso dos Estados Unidos) todos os outros que tinham investimentos neste, ou interligados a ele, se vêm lesados como o tal. Sem contar que diminui as exportações e com a falência de várias empresas e a demissão de milhares de pessoas colocam em risco a esses países o inicio de uma recessão.
Dentre todos os aspectos positivos que aumentam e a melhoram, nos deparamos também com aspectos negativos que nos fazem repensar se realmente a globalização contribui para o desenvolvimento da Economia. Mas como hoje o mundo já está totalmente tomado por ela chegamos à conclusão que é um mal necessário.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Gripe Influenza A (H1N1)

Influenza A é uma doença respiratória aguda causada pelo vírus A (H1N1). Diferencia-se da gripe comum por que é mais forte e contagiosa, é um vírus novo e ainda não tem vacina.
A doença é transmitida pela tosse, espirros e objetos contaminados pelo vírus, portanto, é fundamental seguir medidas de prevenção medidas de prevenção como manter a casa bem arejada, uma boa alimentação diária e a ingestão de muito líquido, lavar as mãos com sabão depois de tossir ou espirrar, depois de usar o banheiro, antes de comer, antes de tocar os olhos boca ou nariz.
Os sintomas mais comuns que aparecem nas pessoas contaminadas são: febre alta e repentina, dificuldade respiratória, dor de cabeça, tosse, dores musculares e dores nas articulações. Aparecendo os sintomas deve-se evitar o contato com outras pessoas e comunicar-se imediatamente com um posto de saúde mais próximo, confirmando o diagnóstico o paciente receberá o tratamento determinado pelo médico.
Portanto estamos juntos na luta contra essa doença e depende de cada um fazer a sua parte para conseguirmos evitá-la e posteriormente eliminá-la por isso não se esqueça de repassar essas informações.